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13/06/2009 - O que é afinal, " envelhecimento do metal"?
Último comentário: 19/03/2011    por: Elder Gonçalves
Comentários: 5
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Comentários
De: Elder Gonçalves
Data: 19/03/2011
acredito que esse processo é extremanete valido para pessoas que buscam um som mais aveludado, e um pouco menos brilhante, o que é bastante apreciado pelos jazzistas. eu particularmente adoro a aparencia "vintage" que toma o instrumento após o processo de envelhecimento, mas há controversias. a quem diga que fica parecendo um sax muito velho, surrado mesmo. que bom que temos aqui no brasil bons profissionais que podem oferecer um trabalho tão impar, uma verdadeira arte!
De: RISBLEIZ VIEIRA AGUIAR
Data: 26/02/2010
até que enfim encontrei alguém que realiza o envelhecimento da forma correta. A maioria dos luthiers que conheço realiza apenas o trabalho estético deixando o mais importante para trás a sonoridade. valeu cara
De: Artur Marques
Data: 27/12/2009
O envelhecimento do metal do instrumento,segundo os entendidos,deixa um timbre mais aveludado,mais escuro? Isto é um benefício,ou uma questão de gosto do intérprete.
O timbre mais brilhante que o metal mais nobre propicia,como por exemplo o dourado(disse dourado e não laqueado)não é mais bonito e harmonioso,podendo ser aveludado de acordo com os recursos do intérprete,com a vantagem de proteger o instrumento contra a agressividade do tempo?
O processo de envelhecimento propicia uma proteção ao metal do instrumento contra por exemplo a maresia? E o que dizer do encontro da acidez ou alcalinidade da saliva contra a superfície do instrumento e suas consequencias desagradáveis quanto a estética?
Estas dúvidas me fazem pansar.... Meu instrumento é um Tenor YTS 61e já apresenta alguns desplacamentos. Devo fazer um processo de envelhecimento?
De: Junior
Data: 11/11/2009
Amigo, tenho um pensamento igual ao seu em muitos aspectos. Embora não seja um profissional em consertos como vc, pelo contrário, apenas faço as minhas próprias revisões para deixar o sax do meu gosto pessoal, já tive o prazer de ter uma pequena loja especializada em saxofones. Isto me deu oportunidade de aprender muito sobre as diversas marcas fabricadas praticamente no mundo todo, e seus respectivos e distintos timbres. Nunca tive grande apego pelos instrumentos q considerei "meus", considerando como meus os q toquei por pelo menos 2/3 meses, fora os q vendi na loja, somam-se já , se não perdi a conta, 33 saxofones altos. Estou atualmente com meu quinto Yamaha 62, e devo dizer q estou com saudades do meu Custom 82zu anterior. Voltando ao assunto principal, devo dizer q já possui vários saxofones com diversos acabamentos diferentes, e o que mais me chamou a atenção foram os desplacados e envelhecidos naturalmente. A projeção é muito melhor, a clareza do timbre bate em muito os "bonitões" de banho novo. Agora, dizer que simplesmente desplacar o instrumento altera significativamente o som, como muitos proclamam nestes dias atuais, vai muito longe. Até o metal criar aquela pátina bonita, que realmente pode se dizer que amadureceu, vai um tempo muito longe; calculo que por volta de pelo menos uns 10 anos ou mais. Realmente gostaria de fazer um trabalho com meu sax em sua oficina; meu 62 é não é aquela coisa de projeção, e aquele brilho particular do Yamaha nos agudos está me tirando a paciência... Meu custom 82zu unlaquered não apresentava este problema, se bem que só tive a oportunidade de tocar o meu, sem testar outras levas. Será q dá pra dar um jeitão no meu 62???
De: Fábio Granero Stone
Data: 13/06/2009
Queridos amigos internautas, eu acredito que devemos debater bastante este assunto, para que de uma forma bem clara e tranquila consigamos encontrar uma definição adequada e justa , mas certamente seria extremamente chato e inconveniente buscar aqui ,conceitos técnicos que seriam nada mais do que um alimento vaidade humana.
Resumidamente eu começaria o papo com o seguinte conceito, diria que seria mais ou menos acelerar processos de maturação do metal, que certamente a natureza levaria muitos anos.
E mesmo assim, estaria sendo precipitado definir este conceito como uma verdade absoluta.
Claro que neste processo a habilidade e o domínio desta técnica, devemos considerar vários fatores que certamente exigem uma analise detalhada da superfície do metal.
Contudo, afirmo-lhes que nesta técnica, não são utilizadas politizes ou qualquer tipo de processo mecânico.
Agora, afirmar uma coisa, que retirar o laqueados do e ou retirar os banhos, não é o processo de envelhecimento, e certamente, não tem nada a ver com alguns comentários que andam fazendo por ai.
Este processo é fruto de muitos anos de estudo e dedicação, consequentemente a responsabilidade de manter ou melhorar a qualidade sonora é muito grande e séria. Afinal os instrumentos tem muito mais do que valores materiais, tem valores afetivos e em na grande maioria dos casos são como parte do corpo do músico.

Mas vamos lá, eu já provoquei o inicio da discussão, agora, estou a esperar as perguntas ou respostas!...Quem se habilita?.....
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